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Custos financeiros das IRAS: impactos reais para hospitais

Os custos das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) se manifestam de formas concretas e mensuráveis na operação hospitalar. Estudos prolongados e robustos demonstram que pacientes que desenvolvem infecções hospitalares tendem a permanecer por muito mais tempo internados e a gerar despesas significativamente maiores do que aqueles sem esses eventos adversos. 

Uma meta-análise publicada no JAMA Internal Medicine mostra que, nos Estados Unidos, infecções associadas à assistência podem custar, em média, dezenas de milhares de dólares por caso — por exemplo, mais de US$ 45 mil para infecções de corrente sanguínea associadas a cateter e mais de US$ 40 mil para pneumonia associada à ventilação — e elevar substancialmente o total gasto pela instituição com o tratamento desses episódios.

E esses valores representam somente os custos diretos, como aumento do tempo de internação, uso intensivo de medicamentos, exames e suporte clínico adicional exigido para tratar complicações. Há também custos indiretos que repercutem em áreas como processos judiciais, possíveis penalidades contratuais, perda de acreditações e certificações, danos à reputação institucional e afastamento de profissionais por sobrecarga ou adoecimento devido a surtos internos. 

Aliás, os impactos indiretos, embora menos imediatos, podem prejudicar a sustentabilidade financeira de serviços de saúde e agravar a gestão hospitalar em médio e longo prazo.

Quais são os custos diretos e indiretos das IRAS?

Como vimos acima, os custos das IRAS se manifestam em diferentes camadas da operação hospitalar e podem ser classificados, de forma prática, em custos diretos e indiretos.

Os custos diretos estão associados à assistência imediata ao paciente infectado. Incluem o aumento do tempo de internação, a necessidade de medicamentos adicionais, especialmente antimicrobianos de alto custo, maior uso de UTI, exames laboratoriais e de imagem extras, monitoramento contínuo e intensificação de rotinas de desinfecção hospitalar.

Já os custos indiretos extrapolam o cuidado clínico. Envolvem ações judiciais e indenizações, penalidades contratuais, perda ou dificuldade de manutenção de acreditações, danos à reputação institucional e afastamento de profissionais por sobrecarga ou adoecimento. Os impactos costumam ser menos visíveis, mas afetam de forma profunda a gestão hospitalar.

Tipo de custoExemplos práticos no hospital
Custos diretosProlongamento do tempo de internação em enfermaria ou UTI
Uso adicional de antimicrobianos de alto custo
Exames laboratoriais e de imagem complementares
Necessidade de isolamento e maior consumo de EPIs
Reinternações por complicações infecciosas
Uso prolongado de ventilação mecânica e suporte intensivo
Custos indiretosProcessos judiciais e pagamento de indenizações
Glosas e penalidades contratuais com operadoras
Perda ou dificuldade de manutenção de acreditações
Queda na reputação institucional e impacto na captação de pacientes
Afastamento de profissionais por sobrecarga ou adoecimento
Redução da capacidade operacional por bloqueio de leitos

No panorama brasileiro, tanto a Anvisa quanto a OMS reconhecem que as IRAS exercem forte pressão financeira sobre os serviços de saúde, sobretudo quando associadas a falhas de prevenção e padronização.

Como as IRAS impactam o orçamento e a operação dos hospitais?

As IRAS interferem diretamente na eficiência operacional: a internação prolongada consome recursos estruturais que já são limitados, como leitos, equipes e equipamentos críticos. Todo dia adicional de permanência hospitalar representa aumento de custos fixos e redução da capacidade de giro.

Do ponto de vista operacional, as infecções hospitalares geram retrabalho constante. Protocolos precisam ser revistos, equipes redirecionadas e recursos alocados de forma emergencial. Isso compromete indicadores de qualidade, sobrecarrega profissionais e afeta a previsibilidade do fluxo assistencial.

Há também impacto direto na gestão de leitos. Pacientes que permanecem mais tempo internados bloqueiam admissões, atrasam cirurgias eletivas e reduzem a capacidade operacional. Em contratos baseados em pacotes assistenciais, esse cenário compromete margens e amplia o risco de glosas e perdas financeiras.

Como os produtos e soluções Profilática reduzem os custos das IRAS?

A Profilática atua com soluções desenvolvidas a partir de microbiologia aplicada e controle rigoroso de processos. Seu portfólio contempla saneantes hospitalares de alta eficácia, adequados aos diferentes níveis de limpeza e desinfecção exigidos em ambientes assistenciais.

Além dos produtos químicos, a empresa dispõe de equipamentos próprios de dosagem, que entregam precisão, economia e rastreabilidade no uso dos saneantes. A padronização reduz variações operacionais, desperdícios e falhas de aplicação.

O suporte técnico especializado e os treinamentos contínuos complementam as soluções, reduzindo erros operacionais e sustentando a execução correta dos protocolos. No final, esse conjunto contribui diretamente para a redução das IRAS e, consequentemente, dos custos associados.

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Com mais de duas décadas de atuação dedicada à prevenção de infecções em serviços de saúde, a Profilática construiu sua trajetória a partir de um princípio simples e exigente: o controle de infecção precisa funcionar na prática, todos os dias. 

Ao longo desse período, a empresa acompanhou de perto a evolução das exigências regulatórias, das rotinas assistenciais e dos desafios econômicos enfrentados por hospitais públicos e privados.

Essa experiência se construiu em um portfólio desenvolvido para operar sob lógica de processo, não de produto isolado. Saneantes hospitalares com eficácia validada, sistemas de dosagem que sustentam precisão e rastreabilidade, suporte técnico contínuo e programas de educação aplicada compõem uma estrutura pensada para reduzir a variabilidade operacional e sustentar protocolos ao longo do tempo. Quer transformar a prevenção de IRAS em eficiência financeira e segurança assistencial?
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