SURFIC® | INFORME TÉCNICO – ATIVO FRENTE CORONAVÍRUS

SURFIC®

COMPROVADAMENTE ATIVO
FRENTE A CORONAVÍRUS
0,5% em 1 MINUTO

INFORME TÉCNICO

Com o intuito de oferecer maiores dados de comprovação da ampla atividade antimicrobiana do produto SURFIC®, já comprovada frente a inúmeros microrganismos de alta resistência, conforme Legislação Sanitária vigente e regulamentações da ANVISA, considerando o momento de Pandemia e os riscos que se apresentam através da COVID-19, o produto SURFIC® foi também testado frente a CORONAVÍRUS, através de testes rigorosos, seguindo as recomendações da ANVISA Art. 1 e Art. 3 da IN 04/13 e IN 12/16 e metodologias descritas nas normas (BS EN 14476:2013+A2:2019, ASTM E1053 – 11 e do Instituto Robert Koch – RKI) e obedecendo as Boas Práticas de Laboratório (BPL).
Por ser um desinfetante de alta eficácia antimicrobiana e de limpeza, o SURFIC® apresentou também o resultado de INATIVAÇÃO DO CORONAVÍRUS já na sua concentração mínima de uso

0,5% de concentração em 1 litro de solução pronta para uso
e apenas 1 MINUTO DE CONTATO

Portanto, o SURFIC® encontra-se testado e aprovado para uso já nestas condições, contribuindo para a inativação do coronavírus e controle da COVID-19.

Profilática Produtos Odonto Médico Hospitalares Ltda.

CORONAVÍRUS x SURFIC

ATIVIDADE ANTIMICROBIANA

 

CORONAVÍRUS

 

Os Coronavírus (CoVs) (ordem Nidovirales, família Coronaviridae, subfamília Coronavirinae) são conhecidos desde a década de 1960 e têm seu nome proveniente de espículas em sua superfície que lembram uma coroa (corona em latim). São vírus envelopados, com genoma constituído de fita simples de RNA.

Coronavírus são vírus de RNA envelopados.

Qual a diferença de um vírus envelopado para um não envelopado? Como a ausência pode influenciar nos mecanismos de eliminação desses vírus? Os vírus envelopados são chamados assim por possuírem uma membrana rica em lipídios (gordura) que envolvem a partícula viral externa, os que não possuem essa membrana são chamados de não-envelopados. Em se tratando de resistência, qual é mais resistente e qual é menos resistente frente a detergentes e desinfetantes? O vírus envelopado ou o vírus não envelopado? O vírus não envelopado é mais resistente devido a sua capacidade de se cristalizar e ser mais resistente fora da célula, no ambiente.

O vírus envelopado, caso do coronavírus, é menos resistente no ambiente (superfícies, objetos) e pode ter sua membrana danificada e destruída por detergentes e desinfetantes com atividade antimicrobiana, bem como por determinadas temperaturas, sendo facilmente
eliminado em superfícies do ambiente onde ocorrer um correto processo de limpeza / desinfecção.

Como o SURFIC® (PHMB) elimina coronavírus e outros vírus envelopados? 

As composições de produtos químicos, de um modo geral, tem a atividade e mecanismo de ação estudados, desenvolvidos e dirigidos para atuar e destruir estruturas complexas de bactérias (ex: Micobactérias), fungos e vírus, assim como envelope de vírus e proteínas, provocando sua destruição.

O produto SURFIC® (PHMB) é um Desinfetante Detergente que possui amplo espectro de ação (ampla atividade antimicrobiana), tendo sido pesquisado e desenvolvido para eliminar os microrganismos mais resistentes e importantes (ex: bactérias, inclusive multirresistentes,
micobactérias, esporos, fungos e vírus, em especial os vírus envelopados), presentes em processos de contaminação de superfícies de ambientes e Produtos Para Saúde (artigos). Portanto, SURFIC® é ativo também frente a coronavírus que possam estar presentes não só em superfícies fixas mas também de artigos semi críticos (PPS).

Mecanismo de ação do SURFIC® :
SURFIC® é um desinfetante de nível intermediário e superfícies fixas, à base de uma composição equilibrada de PHMB + Tensoativos com alto poder de limpeza e desinfecção de superfícies e artigos (PPS). O modo de ação da polihexametileno biguanida (PHMB), tem sido descrita em numerosas publicações. O principal local de ação é a membrana citoplasmática nas bactérias, com a resultante alteração da permeabilidade da membrana de bactérias e destruição de envelope de vírus e proteínas. Este efeito foi observado como sendo devido a uma interação eletrostática da PHMB com os fosfolipídios, resultando na eliminação dos mesmos.

Importante:
Qual a posição sobre testes para saneantes (desinfetantes), frente a vírus, no Brasil? Com o intuito de oferecer uma “comprovação” de
eficácia frente ao coronavírus COVID-19, tenta-se apresentar teste alternativo frente a vírus, realizado com BVC (bovine corona vírus), que é um vírus substituto. Tal teste não é previsto pela ANVISA, estando em desacordo com a Legislação Sanitária vigente para saneantes (desinfetantes), no Brasil. Tampouco tal teste encontra-se aprovado ou padronizado na Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos (REBLAS – Laboratórios Oficiais da ANVISA), uma vez que os testes oficiais, adotados e utilizados pela ANVISA e REBLAS, para comprovação de
eficácia antimicrobiana de saneantes (desinfetantes de superfícies e artigos) são aqueles previstos, única e exclusivamente, pela Legislação Sanitária em vigor. ( LEI Nº 6.360, DE 23 DE SETEMBRO DE 1976; DECRETO Nº 8.077, DE 14 DE AGOSTO DE 2013; RDC Nº 14, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2007; RDC Nº 35, DE 16 DE AGOSTO DE 2010; RDC Nº 59, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2010). Se não existem metodologias, ou testes oficiais frente a vírus, previstos pela ANVISA em legislação, normativas ou regulamentações específicas, o que comprova a eficácia de desinfetantes como o SURFIC® frente a vírus envelopados, (ex: coronavírus ) no Brasil? Para uma comprovação de eficácia frente a microrganismos mais resistentes, no Brasil, testes frente a microrganismos de constituição mais complexa, de maior dificuldade de eliminação, como Micobactérias que, além de possuírem grande concentração de lipídios livres (ex: ceras, micosídios, fator corda), as Micobactérias contam ainda em sua estrutura com a presença de outros componentes interferentes que dificultam a ação de desinfetantes, como: polipeptídios, camada micolato arabinogalactano e camada peptidoglicano no envelope celular. Os ácidos micólicos compõem mais da metade do envelope celular. Tais componentes interferem diretamente na eficácia dos desinfetantes. Ver figuras, abaixo:

Estrutura da membrana de uma Micobactéria:

 

Por este motivo, considerando a complexidade do envelope celular das Micobactérias, tais microrganismos são utilizados como  icrorganismos teste padrão nos testes oficiais da ANVISA ( RDC Nº 35, DE 16 DE AGOSTO DE 2010 / ANVISA ) para classificar e aprovar desinfetantes (ex: SURFIC®) que podem também ser registrados e recomendados para a desinfecção de Produtos Para a Saúde (PPS), em especial Produtos Para Saúde utilizados na Assistência Ventilatória, material de inaloterapia, etc.Sendo assim, a eliminação de vírus envelopados, como coronavírus, é facilmente alcançada com o uso do desinfetante de superfícies e artigos SURFIC®, diferentemente de produtos que tenham sido testados frente a vírus mas não apresentam eliminação contra Micobactérias, conforme previsto em regulamentações e normativas oficiais no Brasil, a saber: RDC Nº 35, DE 16 DE AGOSTO DE 2010 / ANVISA. 3.3 Desinfecção de nível intermediário: processo físico ou químico que destrói microrganismos patogênicos, micobactérias, maioria dos vírus e fungos, de objetos inanimados e superfícies. 3.5 Desinfetante de nível intermediário: produto que destrói bactérias vegetativas, micobactérias, a maioria dos vírus e fungos em um período de tempo comprovado.

APÊNDICE V
MICRORGANISMOS PARA AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA

Referências:
1. LEI Nº 6.360, de 23 de setembro de 1976
2. DECRETO Nº 8.077, de 14 de agosto de 2013
3. RDC Nº 14, de 28 de fevereiro de 2007
4. RDC Nº 35, de 16 de agosto de 2010
5. RDC Nº 59, de 17 de dezembro de 2010

 

Produtos Profilática considerados ativos frente a coronavírus (vírus envelopados):

5 DICAS PARA SE PROTEGER DE INFECÇÕES DE VÍRUS E BACTÉRIAS DURANTE O INVERNO

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A prevenção é o primeiro passo para impedir as infecções virais e bacterianas no inverno

 

Gripes, rinite, sinusite, faringite, bronquite, asma são algumas das principais doenças comuns de inverno. Muitas delas são causadas por vírus ou bactérias, por meio de infecção cruzada (seja por pessoa ou objeto) ou até mesmo pelo ar. Por isso, medidas são necessárias para que possamos nos proteger de possíveis infecções.